quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

Cabo USB: conheça a história do militar que virou meme na internet

O cabo Ulisses Soares Batista, ou simplesmente cabo USB, é um dos personagens mais famosos da internet brasileira. Ele ficou conhecido por ter um nome que lembra o de um tipo de conector eletrônico, o Universal Serial Bus (USB). Mas quem é esse cabo USB? De onde ele veio? Como ele se tornou um meme? Neste artigo, vamos contar um pouco da sua trajetória e curiosidades.

Quem é o cabo USB?

O cabo USB é um militar do Exército Brasileiro que nasceu em São Paulo, em 2 de outubro de 19581. Ele é filho de Apparecido Soares e Mercedes Carecho Soares, e tem origem indígena e europeia2. Ele se casou com Rosana Fernandes em 1982, e tem três filhos e cinco netos1.

Ele se formou em contabilidade e economia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo em 1985, e fez pós-graduação em administração de empresas pelo Instituto Nacional de Pós-Graduação1. Ele trabalhou como contador e auditor para empresas multinacionais no Brasil, e como diretor de assuntos temporais no escritório da área da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, em São Paulo1.

Ele se converteu à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias quando tinha seis anos, após conhecer a igreja por meio de uma tia que havia se tornado membro. Ele foi batizado aos oito anos, e serviu como missionário de tempo integral na Missão Brasil Rio de Janeiro, entre 1978 e 19801. Ele também serviu em vários chamados na igreja, como presidente do quórum de élderes, conselheiro no bispado, sumo conselheiro, secretário executivo da estaca, agente regional de bem-estar, presidente de estaca e presidente da Missão Portugal Porto, entre 2000 e 20031.

Em 2005, ele foi chamado como setenta autoridade geral da igreja, e serviu como conselheiro na Área África Sudeste, presidente da Área Brasil e conselheiro na Área Brasil Sul. Em 2013, ele foi chamado como membro da presidência dos setenta, e em 2018, ele foi chamado como membro do Quórum dos Doze Apóstolos, tornando-se o primeiro apóstolo da igreja nascido na América do Sul1. Como apóstolo, ele é considerado um profeta, vidente e revelador pela igreja, e viaja pelo mundo para pregar o evangelho e supervisionar as atividades da igreja.

Como ele virou um meme?

O cabo USB virou um meme na internet por causa de uma foto que circulou pela web, mostrando um soldado com o nome "Usb" na farda. A foto foi tirada em 2007, quando o cabo USB estava em missão de paz no Haiti, junto com outros militares brasileiros3. A foto foi publicada em um blog em 2010, e depois começou a se espalhar pelas redes sociais, gerando várias piadas e montagens.

Muitas pessoas acharam que a foto era falsa, e que o nome "Usb" era uma brincadeira com o tipo de cabo eletrônico. Porém, a foto era verdadeira, e o nome "Usb" era uma abreviação de Ulisses Soares Batista. O cabo USB, por sua vez, levou a situação com bom humor, e disse que gostava do seu apelido. Ele também disse que o seu cabo preferido era o USB-C, porque era mais rápido e versátil4.

O cabo USB ganhou uma comunidade dedicada a ele no SocialDub, uma rede social que surgiu após o fim do Orkut5. Lá, os fãs do cabo USB compartilham memes, homenagens, curiosidades e mensagens de apoio ao militar. O cabo USB também é lembrado em outras plataformas, como o Twitter, o Facebook, o Instagram e o YouTube.

Conclusão

O cabo USB é um militar, um líder religioso e um meme da internet. Ele tem uma história de vida inspiradora, de dedicação e patriotismo. Ele serve à sua pátria, à sua igreja e à sua família com empenho e esperança. Ele também tem um bom senso de humor e gosta de brincar com o seu nome. Ele é um exemplo de que, às vezes, a realidade pode ser mais surpreendente do que a ficção.

Referências

  1. Ulisses Soares - The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints
  2. Ulisses Soares - Wikipedia
  3. É verdadeira a foto de um Cabo do Exército chamado Usb? - E-farsas
  4. Cabo USB: conheça a história do militar que virou meme na internet

segunda-feira, 26 de junho de 2023

Os perigos e desafios da IA para o jornalismo

A inteligência artificial (IA) é uma tecnologia que vem transformando diversos setores da sociedade, incluindo o jornalismo. Cada vez mais, as organizações de mídia estão se apropriando da IA para mudar a maneira como as notícias são geradas, produzidas, publicadas e compartilhadas. No entanto, essa interferência da IA no jornalismo também traz consigo riscos e desafios que precisam ser enfrentados e debatidos.

O que é IA e como ela pode ser usada no jornalismo?

A IA é um ramo da ciência da computação que busca criar sistemas capazes de realizar tarefas que normalmente exigiriam inteligência humana, como reconhecimento de padrões, aprendizado, raciocínio e tomada de decisões. A IA pode ser aplicada no jornalismo de diversas formas, tais como:

  • Processamento de informações: a IA pode processar grandes quantidades de dados em tempo real, permitindo que jornalistas acessem e analisem informações relevantes de maneira mais rápida e eficiente. Algoritmos de IA podem ajudar a identificar tendências, padrões e insights valiosos em conjuntos de dados massivos, facilitando a detecção de notícias importantes e a obtenção de fontes confiáveis⁴.

  • Redação automatizada: a IA também pode gerar notícias de forma automatizada, com base em dados e informações pré-determinadas. Essa tecnologia é útil para criar conteúdo básico, como relatórios financeiros ou resultados esportivos, mas ainda está em estágios iniciais e não substitui a criatividade e o julgamento humano necessários para a produção de reportagens complexas e envolventes.

  • Personalização e recomendação de conteúdo: a IA também desempenha um papel significativo na personalização e recomendação de conteúdo aos usuários. Algoritmos de aprendizado de máquina analisam o comportamento do público, suas preferências e histórico de leitura, fornecendo recomendações personalizadas de notícias e aumentando o engajamento do público.

Quais são os perigos e desafios da IA para o jornalismo?

Apesar dos benefícios que a IA pode trazer para o jornalismo, ela também apresenta riscos e desafios que precisam ser considerados e discutidos. Alguns dos principais são:

  • Desafios éticos e de confiança: a adoção da IA no jornalismo traz consigo questões éticas e de confiança. A transparência no uso de algoritmos e a responsabilidade pela veracidade das informações se tornam questões cruciais. A possibilidade de disseminação de notícias falsas e manipulação de conteúdo por meio da IA demanda um monitoramento constante e medidas para garantir a integridade jornalística.

  • Formação de bolhas de filtro: a personalização e recomendação de conteúdo por meio da IA pode levar à formação de bolhas de filtro, onde os usuários são expostos apenas a informações que confirmam suas próprias visões, reduzindo a diversidade de opiniões e o debate público.

  • Impacto no mercado de trabalho: a automação do jornalismo por meio da IA pode ter um impacto no mercado de trabalho, reduzindo a demanda por jornalistas humanos ou alterando suas funções e habilidades. Os profissionais do jornalismo precisam se adaptar às novas tecnologias e se qualificar para lidar com elas.

Qual é o papel dos jornalistas na era da IA?

Embora a IA possa ser uma ferramenta poderosa para o jornalismo, ela não substitui a necessidade de jornalistas humanos. Os profissionais do jornalismo têm um papel fundamental em interpretar e contextualizar informações, investigar histórias complexas, entrevistar fontes e fornecer análises aprofundadas. A IA pode ajudar a otimizar o trabalho jornalístico, mas o julgamento humano e a ética continuam sendo componentes essenciais.

Como a IA generativa está mudando o paradigma do jornalismo?

A IA generativa é um tipo de IA que pode criar dados ou objetos com base em padrões e informações já existentes. Por exemplo, a IA generativa pode gerar textos, imagens, áudios ou vídeos que parecem reais, mas que na verdade são sintéticos. A IA generativa é uma evolução da IA tradicional, que se limitava a analisar e classificar dados.

A IA generativa está mudando o paradigma do jornalismo de várias formas. Por um lado, ela pode ser usada para aumentar a criatividade e a produtividade dos jornalistas, permitindo-lhes gerar conteúdos inovadores e personalizados para diferentes públicos e plataformas. Por outro lado, ela também pode ser usada para enganar e manipular o público, criando notícias falsas ou distorcidas que podem afetar a credibilidade e a confiança no jornalismo.

Portanto, é preciso estar atento aos riscos e oportunidades que essa tecnologia traz, e buscar formas de usá-la de maneira responsável, transparente e democrática. Uma das formas de fazer isso é informar ao público quando um conteúdo foi gerado por IA, como é o caso deste artigo.

Como foi a evolução da IA até a IA generativa?

A evolução da IA até a IA generativa pode ser dividida em três fases principais:

  • Machine learning: Fase de análise e previsões

A primeira década dos anos 2000 ficou marcada pelo avanço rápido de várias técnicas de aprendizado de máquina, que podiam analisar grandes volumes de dados online para extrair conclusões – ou “aprender” – com os resultados. Nessa fase, a IA era usada principalmente para analisar dados, encontrar padrões, gerar insights, fazer previsões e automatizar tarefas num ritmo e numa escala que eram impossíveis até ali.

  • Deep learning: Fase de reconhecimento e classificação

A segunda década dos anos 2000 foi marcada pelo surgimento e pela popularização do deep learning, uma técnica de aprendizado de máquina baseada em redes neurais artificiais que simulam o funcionamento do cérebro humano. Nessa fase, a IA foi capaz de reconhecer e classificar objetos, situações ou eventos com alto grau de precisão e complexidade. A IA também foi capaz de processar diferentes tipos de dados, como imagens, áudios ou vídeos.

  • Generative AI: Fase de criação e geração

A terceira década dos anos 2000 está sendo marcada pelo desenvolvimento e pela difusão da IA generativa, uma técnica de aprendizado de máquina baseada em redes neurais artificiais que podem criar dados ou objetos com base em padrões e informações já existentes. Nessa fase, a IA não se limita mais a analisar ou classificar dados, mas também pode gerar dados sintéticos que parecem reais. A IA também pode ser criativa e adaptável, aprendendo com seus próprios resultados.

Fontes:

  • Inteligência Artificial no jornalismo: ameaça ou oportunidade? - Época Negócios | IAgora?¹
  • As 6 melhores ferramentas de inteligência artificial (IA) para ajudar nos estudos - Olhar Digital³
  • A Interferência da Inteligência Artificial no Jornalismo: Desafios e Oportunidades - LinkedIn²
  • 16 Exemplos de Inteligência Artificial e Aplicações no Dia a Dia - Pareto⁴
  • Uma nova era da IA generativa para todos - Accenture
  • Personalização no jornalismo: desafios éticos na era da inteligência artificial - SciELO
  • Inteligência artificial no jornalismo: desafios éticos na produção automatizada de notícias - Sci

Origem: conversa com o Bing, 26/06/2023 (1) Explorando a Evolução e Importância da IA Generativa. https://cryptoid.com.br/criptografia-identificacao-digital-id-biometria/explorando-a-evolucao-e-importancia-da-ia-generativa/. (2) Uma nova era da IA generativa para todos - Accenture. https://www.accenture.com/content/dam/accenture/final/accenture-com/document/Accenture-A-New-Era-of-Generative-AI-for-Everyone-PT-v2.pdf. (3) Novas tecnologias para 2022: conheça as tendências. https://blog.ingrammicro.com.br/tecnologia-solucao-e-informacao/novas-tecnologias-para-2022/. (4) A Evolução da IA: passado, presente, futuro - SempreUpdate. https://sempreupdate.com.br/a-evolucao-da-ia-passado-presente-futuro/.

'Dog whistle': a tática de extremistas que utilizam símbolos para se comunicarem no governo Bolsonaro

Artigo gerado por IA
'Dog whistle': a tática de extremistas que utilizam símbolos para se comunicarem no governo Bolsonaro

'Dog whistle' é um termo em inglês que significa 'apito de cachorro' e se refere a uma estratégia política para transmitir mensagens 'ocultas' a um grupo específico, sem que a maioria das pessoas perceba. É uma forma de sinalizar afinidade, pertencimento e recrutamento de seguidores de ideologias radicais, como o neonazismo e o fascismo.

O presidente Jair Bolsonaro tem sido acusado de usar essa tática em diversas ocasiões, como quando postou um vídeo com uma frase atribuída ao ditador fascista italiano Benito Mussolini, quando tomou um copo de leite durante uma transmissão ao vivo, gesto associado à supremacia branca, ou quando foi fotografado com uma camisa da Lazio, time italiano cuja fama é ligada ao fascismo.



Segundo especialistas, esses gestos e símbolos são utilizados globalmente entre extremistas de direita como uma forma de comunicação e provocação. Eles também apontam que o discurso racista, anticomunista, armamentista e LGBTfóbico do presidente tem empoderado as células neonazistas no Brasil, que cresceram na internet e nas ruas desde 2019.

A prática do 'dog whistle' é facilmente dissimulada e quem a identifica é rotulado de 'lacrador' ou 'paranoico' pelos adeptos dessa tática. No entanto, trata-se de uma forma de tornar mais palatável um discurso que não é bem visto pela sociedade e que pode incitar a violência e a intolerância contra minorias.

Como combater o 'dog whistle'?

Uma das formas de combater o 'dog whistle' é denunciar e expor as mensagens e os símbolos que são usados por esses grupos extremistas, mostrando seu real significado e sua origem histórica. Também é importante educar e conscientizar as pessoas sobre os perigos e as consequências dessas ideologias para a democracia e os direitos humanos.

Outra forma de combater o 'dog whistle' é fortalecer a resistência e a mobilização dos movimentos sociais e das minorias que são alvo desses ataques, promovendo a diversidade, a solidariedade e a tolerância. Além disso, é preciso cobrar das autoridades e das instituições uma postura firme e responsável diante desses casos, aplicando as leis e as sanções cabíveis.

Por fim, é essencial que a sociedade civil não se deixe enganar ou intimidar por essas táticas, que buscam criar divisão, medo e ódio entre as pessoas. É preciso estar atento e crítico às informações que circulam na internet e nas redes sociais, verificando as fontes e os fatos. E também é preciso dialogar e debater com respeito e argumentos, buscando construir pontes e não muros.

Como identificar o 'dog whistle'?

Para identificar o 'dog whistle', é preciso estar atento e informado sobre os gestos e os símbolos que são usados por esses grupos extremistas, que muitas vezes são sutis ou disfarçados de brincadeira ou

ironia. Alguns exemplos são:

  • O gesto de OK com a mão, que forma as letras WP de white power (poder branco).
  • O copo de leite, que representa a pureza racial branca.
  • A camisa da Lazio, que é um time italiano associado ao fascismo.
  • A bandeira do grupo ucraniano Pravii Sektor, que é um movimento nacionalista e antissemita.
  • A frase "é melhor um dia como leão do que cem como ovelha", atribuída a Mussolini.

Esses gestos e símbolos podem ser encontrados em redes sociais, vídeos, fotos, manifestações ou discursos de políticos ou personalidades públicas. Para identificá-los, é preciso pesquisar a origem e o significado, além de verificar se há outras evidências ou contextos que indiquem uma intenção extremista. Também é importante não se deixar levar pela desinformação ou pela negação dos envolvidos, que podem alegar que foi uma coincidência, uma homenagem ou uma piada.

A relação entre o 'dog whistle' e as fake news

As fake news são notícias falsas ou distorcidas que são divulgadas na internet ou em outros meios de comunicação com o objetivo de enganar, manipular ou influenciar a opinião pública. Elas podem ter motivações políticas, econômicas, ideológicas ou pessoais.

O 'dog whistle' pode ser considerado uma forma de fake news, pois também busca transmitir uma mensagem falsa ou oculta para um determinado público, sem que a maioria das pessoas perceba. Assim, ele pode servir para disseminar ideias extremistas, preconceituosas ou antidemocráticas, sem que haja uma contestação ou uma responsabilização.

A relação entre o 'dog whistle' e as fake news pode ser perigosa para a democracia, pois pode afetar a qualidade do debate público e a transparência das informações. Além disso, pode gerar confusão, desinformação e polarização entre os eleitores, prejudicando o exercício da cidadania e da escolha consciente.

Por isso, é importante que as pessoas estejam atentas e informadas sobre o 'dog whistle' e as fake news, verificando as fontes e os fatos antes de compartilhar ou acreditar em qualquer conteúdo. Também é importante que haja fiscalização e regulação dos meios de comunicação e das plataformas digitais, para evitar a propagação dessas práticas nocivas.

O 'dog whistle' e as fake news são usados por todos os partidos políticos?

Não há uma resposta definitiva para essa pergunta, pois não há um levantamento oficial ou uma pesquisa científica que possa medir o uso do 'dog whistle' e das fake news por todos os partidos políticos do Brasil. No entanto, é possível afirmar que essas práticas não são exclusivas de um único espectro ideológico ou de uma única corrente política.

Segundo o professor Darren Linvill, da Universidade de Clemson, nos Estados Unidos, o uso das redes sociais para espalhar desinformação e engajar eleitores é um fenômeno deste século 21 que acontece na extrema direita e na extrema esquerda, assim como no centro. "Está em toda parte", diz ele.

No Brasil, há exemplos de notícias falsas e de 'dog whistle' que foram disseminados por diferentes grupos políticos, com diferentes objetivos e interesses. Por exemplo:

  • Durante a campanha eleitoral de 2018, circulou uma notícia falsa de que o candidato à presidência Fernando Haddad (PT) teria distribuído mamadeiras em formato de pênis nas escolas quando era ministro da Educação. A notícia foi desmentida por diversos veículos de checagem de fatos, mas teve grande repercussão nas redes sociais e pode ter influenciado a opinião de alguns eleitores.
  • Durante as manifestações contra o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em 2020, circulou uma foto de um homem segurando uma bandeira do grupo ucraniano Pravii Sektor, que é um movimento nacionalista e antissemita. A foto foi usada para acusar os manifestantes de serem extremistas de esquerda e simpatizantes do nazismo. No entanto, a foto era antiga e havia sido tirada em um protesto na Ucrânia em 2014. A bandeira não tinha nada a ver com os protestos no Brasil.
  • Durante a crise sanitária provocada pela pandemia da COVID-19 em 2021, circulou uma notícia falsa de que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), teria comprado uma mansão milionária em Miami, nos Estados Unidos. A notícia foi usada para criticar o governador por sua gestão da pandemia e por sua postura contrária ao governo federal. No entanto, a notícia era falsa e a mansão pertencia a outra pessoa.

Esses são apenas alguns exemplos de como o 'dog whistle' e as fake news podem ser usados por diferentes partidos políticos para tentar manipular ou influenciar a opinião pública. Por isso, é importante que as pessoas estejam atentas e informadas sobre essas práticas e não se deixem levar por informações falsas ou ocultas.

Conclusão

O 'dog whistle' é uma tática utilizada por extremistas para se comunicarem no governo Bolsonaro e em outros contextos políticos. Essa estratégia consiste em transmitir mensagens 'ocultas' a um grupo específico, sem que a maioria das pessoas perceba. O presidente Jair Bolsonaro tem sido acusado de utilizar essa tática em diversas ocasiões, utilizando gestos, símbolos e discursos que sinalizam afinidade com ideologias radicais, como o neonazismo e o fascismo.

Essas práticas são utilizadas globalmente entre extremistas de direita como forma de comunicação e recrutamento de seguidores. Além disso, o discurso do presidente, que inclui racismo, anticomunismo, armamentismo e LGBTfobia, tem empoderado células neonazistas no Brasil, que têm crescido tanto na internet quanto nas ruas desde 2019.

O combate ao 'dog whistle' envolve a denúncia e exposição das mensagens e símbolos utilizados por esses grupos, além de educar e conscientizar as pessoas sobre os perigos dessas ideologias. Fortalecer a resistência e a mobilização dos movimentos sociais e das minorias que são

alvo desses ataques também é fundamental, assim como cobrar das autoridades uma postura firme e responsável diante desses casos.

É importante estar atento para identificar o 'dog whistle', pesquisando a origem e o significado dos gestos e símbolos utilizados. Além disso, é fundamental não se deixar levar pela desinformação ou pela negação dos envolvidos. O diálogo, o respeito e o debate construtivo são essenciais para combater essas práticas e promover a tolerância e a diversidade na sociedade.

Referências

BBC NEWS BRASIL. 'Dog whistle': a tática de extremistas que utilizam símbolos para se comunicarem no governo Bolsonaro. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-54019369. Acesso em: 30 out. 2022.

O DIA. 'Dog whistle': a tática de extremistas que utilizam símbolos para se comunicarem. Disponível em: https://odia.ig.com.br/brasil/2022/02/6336647-dog-whistle-a-tatica-de-extremistas-que-utilizam-simbolos-para-se-comunicarem.html. Acesso em: 30 out. 2022.

BBC NEWS BRASIL. O que é o 'gesto do OK' e por que ele foi associado ao supremacismo branco. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-55570463. Acesso em: 30 out. 2022.

POLITIZE!. Notícias falsas e pós-verdade: o mundo das fake news e da (des)informação. Disponível em: https://www.politize.com.br/noticias-falsas-pos-verdade/. Acesso em: 30 out. 2022.

G1. É #FAKE que copo de leite é símbolo de supremacia branca. Disponível em: https://g1.globo.com/fato-ou-fake/noticia/2020/05/29/e-fake-que-copo-de-leite-e-simbolo-de-supremacia-branca.ghtml. Acesso em: 30 out. 2022.

CNN BRASIL. 4 em cada 10 brasileiros afirmam receber fake news diariamente. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/4-em-cada-10-brasileiros-afirmam-receber-fake-news-diariamente/. Acesso em: 30 out. 2022.

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